Regina Lemos Gonçalves e José Marcos Chaves Ribeiro.
foto arquivo 2020 -Festa da Cesgranrio no Copacabana Palace- foto Marcelo Borgongino
foto arquivo 2020 -Festa da Cesgranrio no Copacabana Palace- foto Marcelo Borgongino
Regina Lemos Gonçalves e José Marcos Chaves Ribeiro.
foto arquivo 2020 -Festa da Cesgranrio no Copacabana Palace- foto Marcelo Borgongino
foto arquivo 2019 -Festa da Cesgranrio no Copacabana Palace- foto Marcelo Borgongino
O ex-motorista José Marcos Chaves Ribeiro foi preso nesta sexta-feira, 29 de agosto de 2025, em São Conrado, Zona Sul do Rio, dentro de uma das casas pertencentes à socialite Regina Lemos Gonçalves, localizada na Rua Capuri.
Ele estava foragido desde novembro de 2024 e foi localizado graças a uma denúncia de João Chamarelli, amigo da família de Regina, que percebeu movimentação suspeita no imóvel, que deveria estar desocupado.
Aos 88 anos, Regina Lemos é herdeira e viúva do empresário Nestor Gonçalves, fundador da Copag, marca tradicional e conhecida no Brasil pela fabricação de baralhos.
De acordo com as investigações, José Marcos teria mantido Regina em cárcere privado por cerca de 10 anos no apartamento da família, no Edifício Chopin, em Copacabana. Nesse período, segundo a polícia, ela teria sido impedida de manter contato com familiares e amigos.
As autoridades concluíram que o ex-motorista é acusado de uma série de crimes: cárcere privado, sequestro, tentativa de feminicídio, violência doméstica e furto. Também há indícios de dilapidação do patrimônio da socialite.
Após meses em fuga, o suspeito foi surpreendido por Chamarelli dentro da residência. “Ele disse que era funcionário da família, mas eu sabia que não era verdade. Ao entrar, dei de cara com ele. Foi um choque encontrá-lo dentro de uma propriedade da Regina”, relatou.
A prisão foi realizada por agentes da 12ª DP (Copacabana) com apoio do 23º BPM (Leblon).
Em sua defesa, José Marcos nega as acusações. Ele afirma que mantinha com Regina uma relação conjugal, e que ambos teriam assinado uma escritura de união estável em 2021. Em nota, sua defesa declarou que “existem fatos ainda não conhecidos pela sociedade, mas que estão sendo apresentados às autoridades e serão esclarecidos no processo”.
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